A final do US Open feminino de 2026 reunirá Aryna Sabalenka e Elena Rybakina neste sábado (12), em Nova York. A partida está marcada para as 16h no horário local do Arthur Ashe Stadium, o que corresponde às 17h no horário de Brasília. A decisão coloca frente a frente a atual número 1 do mundo e uma adversária que assumirá a liderança do ranking na próxima atualização.
O confronto entrou no radar das buscas no Brasil depois das semifinais de quinta-feira (10). Para acompanhar outras notícias e resultados do tênis, o leitor pode consultar a editoria de Esportes do Folha 24 Horas.
Final do US Open terá campeãs em momentos diferentes
Sabalenka avançou ao derrotar Jessica Pegula por 7/5 e 6/2, em uma partida de uma hora e 20 minutos, conforme o balanço da Associação de Tênis Feminino (WTA). A bielorrussa chega à quarta final consecutiva do US Open e tenta conquistar o terceiro título seguido em Nova York, feito que não ocorre no torneio feminino desde a sequência de Serena Williams entre 2012 e 2014.
O resultado também ampliou a série positiva de Sabalenka no Grand Slam americano. A WTA registrou que ela venceu Pegula pela terceira vez seguida em Nova York e chegou à nona final de Grand Slam da carreira. O desempenho mantém a jogadora em uma posição de protagonismo no circuito de quadra dura, mas não elimina a necessidade de repetir o nível apresentado na semifinal.
Rybakina teve um caminho mais longo na semifinal. A cazaque perdeu o primeiro set para Coco Gauff por 6/3, reagiu e fechou os dois seguintes por 6/4 e 6/4, em duas horas e oito minutos. Será a primeira final de Rybakina no US Open e a quarta decisão dela em torneios do Grand Slam.
Rivalidade chega à terceira final de Grand Slam
Sabalenka e Rybakina já se enfrentaram 17 vezes no circuito, com vantagem de 10 a 7 para a bielorrussa. A decisão de sábado será o 18º encontro e o terceiro em uma final de Grand Slam. As duas dividiram os títulos dos dois duelos anteriores: Sabalenka venceu o Australian Open de 2023, enquanto Rybakina levou a melhor na final do mesmo torneio no início de 2026.
A diferença entre os estilos ajuda a explicar a expectativa em torno da partida. Sabalenka costuma buscar pontos curtos com potência no saque e nos golpes de fundo. Rybakina também tem um serviço agressivo, mas mostrou contra Gauff que consegue alterar a trajetória do jogo depois de perder a primeira parcial. O resultado deve depender da eficiência das duas no primeiro golpe e da capacidade de manter o controle nos momentos de pressão.
A WTA informou ainda que Rybakina garantiu a liderança do ranking mundial a partir de segunda-feira (14), independentemente do resultado da final. Sabalenka permanecerá na segunda posição. O cenário transforma a decisão em disputa por um título e, ao mesmo tempo, em uma fotografia importante da mudança de forças no tênis feminino.
Horário, pontuação e premiação da decisão
O início está previsto para 16h em Nova York, 17h em Brasília. Como partidas de tênis não têm duração fixa, o horário de término dependerá do número de sets e da extensão dos games. A programação pode ser acompanhada nas páginas oficiais do US Open e da WTA, que também concentram placar, chave e ordem de jogo.
Segundo o guia da WTA para a final, a campeã receberá US$ 5,5 milhões e a vice-campeã ficará com US$ 2,8 milhões. A vencedora somará 2.000 pontos no ranking, enquanto a finalista acrescentará 1.300. A premiação é apresentada em dólares e não inclui eventual conversão para o real, que varia conforme o câmbio.
Mais do que uma repetição de uma rivalidade recente, a decisão opõe duas trajetórias que chegam ao último jogo com argumentos distintos: Sabalenka tenta confirmar o domínio em Nova York, e Rybakina busca transformar a ascensão ao topo do ranking em seu primeiro título no torneio. A resposta virá na quadra, sem que os números das semifinais antecipem o resultado.
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